Showcases

Apresentações selecionadas mediante edital público, pretendem ser uma vitrine e um espaço para os artistas do sul se aproximarem de compradores nacionais e internacionais. Divididos por região e a cidade sede, grupos e artistas se apresentam em formato reduzido durante os 4 dias do evento
Local: Auditório Antonio Carlos Kraide

Qua 22/06
Rio Grande do Sul

Andrea Perrone (Porto Alegre)
das 15.40h às 16h
Bandinha Di Dá Dó (Porto Alegre)
das 17.10h às 17.30h
Ian Ramil (Porto Alegre)
das 19.10h às 19.30h
Dingo Bells (Porto Alegre)
das 20.40h às 21h

* troca de horário e palco por conta de compromissos das bandas

Qui 23/06
Santa Catarina

François Muleka (Florianópolis)
das 15.40h às 16h
Meliza e Piero (Florianópolis)
das 17.10h às 17.30h
Dino Bacciotti (Apucarana-PR)*
das 19.10h às 19.30h
Música Orgânica (Porto Belo)
das 20.40h às 21h

Sex 24/06
Paraná

De um filho, de um cego (Jacarezinho)
das 15.40h às 16h
Médicos de Cuba (Araucária)
das 17.10h às 17.30h
Pedro (Rio Negro)
das 19.10h às 19.30h
Os Skrotes (Florianópolis – SC)*
das 20.40h às 21h

Sab 25/06
Curitiba

Murillo da Rós
das 15.40h às 16h
Raíssa Fayet
das 17.10h às 17.30h
Juliana Cortes
das 19.10h às 19.30h
Machete Bomb
das 20.40h às 21h

Qua 22/06 – Palco Rio Grande do Sul

Andrea Perrone (Porto Alegre)

15:40 – 16:00

andrea-perrone

Violonista, cantora e compositora porto-alegrense. Nos últimos anos, conquistou importantes prêmios da música instrumental no Brasil, como o Festival de Música Instrumental para Viola, Violão e Guitarra de Vinhedo-SP, ficando, na categoria Violão, em segundo lugar em 2011 com Tinhosidade, e em terceiro lugar em 2012, com Ontonte do Infinito, ambas de sua autoria. Em 2015, Tinhosidade foi eleita a melhor música instrumental do maior festival de música no Brasil, o FAMPOP de Avaré, São Paulo.

Em 2013 gravou Page One, seu primeiro EP de violão-solo autoral. No ano seguinte, integrou a Brasilicata Tour na cidade italiana de Matera. Ao retornar da Itália, concebeu seu mais recente projeto, In Pietra: Solos e Canções na Basilicata. Em 2015, lançou um EP e noo final do ano, foi selecionada para FAMPOP, de Avaré, São Paulo, conquistando, com Tinhosidade, o prêmio de melhor música instrumental.

No início de 2016 fez sete shows no México, no Zihuatanejo International Guitar Festival em Zihuatanejo e Ixtapa. Foi selecionada para tocar ao lado de importantes nomes do violão mundial como: Maneli Jamal, Shai Sebbag, Catherine Capozzi, Manan Gupta, Roberto e Mehida, José Luis Cobo, Nick Vigarino, Lipbone Redding, The Croweaters e Mark Wyne Glasmire.

www.andreaperrone.com

Bandinha Di Dá Dó (Porto Alegre)

17:10 – 17:30

Bandinha Di Dá Dó é á performática banda dos palhaços Cotoco, Teimoso Teimosia, Invisível e Zé Docinho. Surgiu nos palcos da cidade de Porto Alegre em 2005 e é formada pelos músicos Mauro Bruzza (acordeom e vocal), Thiago Ritter (baixo), Gabriel Grillo (guitarra) e Paulo Zé Barcellos (bateria), todos artistas de currículo em trilhas sonoras para teatro, circo e apresentações em diversas cidades do Brasil, América Latina e Europa. A banda apresenta um repertório de composições próprias, tanto instrumentais como cantadas, inspiradas na música cigana, na world music e no rock’n’roll.

www.facebook.com/bandinha.didado
www.youtube.com/user/Bandinhadidado
soundcloud.com/bandinha-di-d-d

Ian Ramil (Porto Alegre)

19:10 – 19:30

Ian Ramil, que no CD de estreia (IAN, 2014) foi produzido pelo consagrado Matias Cella (Jorge Drexler), de Buenos Aires, desta vez trouxe para perto os conterrâneos Alexandre Kumpinski e Felipe Zancanaro, do Apanhador Só, além da prima Gutcha Ramil e de Filipe Catto, para citar alguns. Derivacivilização tem produção musical do próprio Ian, em parceria com Guilherme Ceron, e foi mixado pelo premiado Moogie Canazio (Maria Bethânia, Caetano Veloso).

Laureado como revelação da música nacional com o Prêmio APCA 2014 (Associação Paulista de Críticos de Arte), Ian foi indicado ao Prêmio Açorianos 2015 como melhor intérprete e pré-indicado ao Prêmio da Música Brasileira 2016. Os primeiros shows de Derivacivilização aconteceram em setembro de 2015 em uma turnê que passou por México (Cidade do México e Guadalajara) e Colômbia (Medellin e Bogotá).

A turnê do disco IAN passou em 2014 por RJ, SP, Porto Alegre e cidades do interior do RS, NYC, Montevidéu e 5 cidades argentinas (Buenos Aires, Rosário, Mendoza, Tigres e Córdoba).

fb.com/ianramil
youtube.com/ianramil
soundcloud.com/ianramil

Dingo Bells (Porto Alegre)

20:40 – 21:00

Destaque do cenário de Porto Alegre, o power trio formado por Rodrigo Fischmann (voz principal e bateria), Diogo Brochmann (voz, guitarra e teclado) e Felipe Kautz (voz e baixo) fez uma obra de canção popular lapidada com esmero, que une influências de jazz fusion, pop alternativo e rock psicodélico a um olhar essencial sobre nossas fragilidades. Eleito um dos melhores álbuns nacionais de 2015 pela mídia especializada, o debute Maravilhas da Vida Moderna entrou para listas de Revista Rolling Stone, O Estado de S. Paulo, Portal iG, Tenho Mais Discos que Amigos, Zero Hora, entre outros. Em ranking organizado pelo site Scream & Yell, com júri formado por mais de 100 profissionais do mercado da música, o CD ficou entre os 10 títulos nacionais mais votados.

Gravado por meio de financiamento coletivo, o disco independente venceu o Prêmio Açorianos nas categorias “Compositor Pop” e “Projeto Gráfico”, e rendeu matérias em publicações como Folha de S.Paulo, O Globo, VICE, Gazeta de Vitória, Veja, Hoje Em Dia, Correio de Uberlândia e Correio da Bahia.

www.dingobells.com.br

Qui 23/06 – Palco Santa Catarina

François Muleka (Florianópolis)

15:40 – 16:00

Nasceu na cidade de São Paulo e foi benzido na Bahia, nas águas do Rio de Contas, filho de pais congoleses do Kasai (África) há 10 anos vive em Florianópolis. Essas andanças pelo mundo e as intensas trocas com uma infinidade de músicos e amigos o transformaram em um caso raro de artista. Com influências que vão da MPB às raízes africanas, François Muleka mistura melodias assobiáveis com um jeito percussivo de tocar o violão. O repertório é composto por suas próprias canções e alegremente decorado conta com parcerias como as de João Amado, Martin Cohen , Gabriel Veppo , Silvio Mansani , Mani Carneiro e Taynah Nunes. O show é um convite a um passeio por influencias musicais diversas, sorrisos de vários dentes… um brinde à calma e à pressa, sem preferência especial nem por um nem por outro.

www.facebook.com/FrancoisMulekaOficial
soundcloud.com/janela-cultural

Meliza e Piero (Florianópolis)

17:10 – 17:30

Meliza e Piero se uniram para cantar e tocar, trocar experiências de vida e de música. Ambos os músicos, juntaram as diferentes vivências e influências musicais dos caminhos que trilharam, para reunir ideias e referências como dupla. Meliza compõe letras e músicas no violão. Piero complementa com bonitas delicadezas as composições com solos de guitarra e violão. Quando se conheceram, Meliza mostrou as músicas que tinha para Piero, a compositora revelou para o músico a vontade de reunir essas músicas em um cd. Piero decidiu fazer parte dessa vontade e compartilhar com Meliza suas experiências. É resultado desse trabalho o primeiro cd que consolidou esse encontro e leva o mesmo nome da dupla “Meliza e Piero”.

www.facebook.com/melizaepiero/
www.melizaepiero.com.br/
soundcloud.com/melizaepierooficial

Dino Bacciotti (Apucarana – PR*)

19:10 – 19:30

Radicado em Curitiba, o cantor e compositor Dino Bacciotti é natural do interior do Paraná, da cidade de Apucarana. Desde pequeno sob influência da cultura interiorana, Dino sempre teve forte ligação com a arte. Fascinado pelas discografias e biografias de várias lendas do rock, fatalmente estas acabaram se tornando suas maiores influências, curiosamente mostrando que mesmo longe das capitais a veia roqueira também pulsava ali na pacata cidade. No meio desta mistura, ainda aos 13 anos de idade, surgem as primeiras composições de Dino, um caminho inevitável.
Anos mais tarde, já em Curitiba, com muito mais romances literários e pessoais na bagagem, após estudar música, fotografia, cinema entre outras coisas, Dino lança em maio de 2016 seu primeiro álbum inteiramente autoral, chamado “Entre 2 e 3”. Já havia em 2013 se aventurado em caminhos autorais no EP “Começo”, um embrião de seu trabalho em plena gênese. Em suas canções é fácil identificar a forte influência dos hits de rádio da sua infância juntada às descobertas musicais e artísticas de sua trajetória, criando um elo entre passado e futuro, entre o interior e a cidade grande, entre o menino sonhador e a ótica do artista mais experiente.

youtube.com/dinobacciotti
facebook.com/dinobacciotti

* troca de horário e palco por conta de compromissos das bandas

Música Orgânica (Porto Belo)

20:40 – 21:00

Com uma combinação de música brasileira, amizade e fortes ideais o Música Orgânica compõe um som próprio e novo. A expressão “orgânica” se encaixou perfeitamente com a filosofia das composições, são músicas que buscam levar as pessoas a uma reflexão a respeito de temas como a preservação ambiental, o respeito à vida, ao corpo e ao próximo. O grupo utiliza uma afinação alternativa em seus instrumentos na frequência de 432 Hertz (Hz), conhecida como a afinação orgânica. Segundo diversas teorias, esta frequência produz vibrações mais harmônicas quando comparada a frequência padrão mundial estabelecida em 440(Hz). Música natural, tocada e cantada com o coração, que fala dos ensinamentos do avô, da simplicidade, do contato com a natureza, do despertar, do acreditar.

www.facebook.com/musicaorganica.art.br
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Sex 24/06 – Palco Paraná

De um Filho, De um Cego (Jacarezinho)

15:40 – 16:00

A banda de rock sulista De um Filho, De um Cego acaba de lançar seu 4º disco, batizado de “Outros Verões”. O álbum é o primeiro da história do projeto – que começou solo – a ser gravado como banda. Essa nova proposta justifica também uma mudança na sonoridade das canções, que se distanciam do folk e abrem espaço para algo mais consistente, com guitarras distorcidas e vocais expressivos. DFDC está iniciando a turnê de lançamento do disco, onde se apresentará pela região norte e capital do Paraná, bem como Santa Catarina, interior de SP e grande São Paulo, apresentando ao vivo o conceito do disco, que trata do tema “Tempo”. O álbum pode ser encontrado para Download no site oficial ou para streaming nas principais plataformas.

www.deumfilhodeumcego.com.br

Médicos de Cuba (Araucária)

17:10 – 17:30

Médicos de Cuba é de Curitiba, mais precisamente de Araucária (Região Metropolitana), com um disco já lançado, somente no ano de 2015, dividiu palco com diversos artistas como Supercombo, Scalene e Far From Alaska, fazendo shows inesquecíveis e conquistando fãs em diversos cantos do Brasil, a banda conta hoje com 4200 likes no facebook e 42 mil visualizações no youtube e está lançando seu 2º CD, com previsão de para o final de junho de 2016.

www.facebook.com/medicosdecuba/

Pedro (Rio Negro)

19:10 – 19:30

Depois de vários projetos com bandas, Pedro decidiu transformar as pequenas apresentações acústicas em algo maior. Após uma breve passagem pela Irlanda em 2015, ele resolveu registrar a experiência de compor numa atmosfera que foi nova e familiar ao mesmo tempo através da música.

Com referências clássicas e contemporâneas do folk e do rock, as cinco faixas (duas em português, três em inglês) que fazem parte do EP “Zam”, mostram que essas combinações funcionam em perfeita harmonia.

www.facebook.com/pedroviolao

Os Skrotes (Florinópolis – SC*)

20:40 – 21:00

O som dos Skrotes nasceu em 2009, em Florianópolis, a partir da diversidade da formação musical dos seus integrantes. Chico Abreu, Guilherme Ledoux e Igor De Patta transitam entre a música clássica, o jazz, o samba, a música brasileira, o punk rock, o metal e a música eletrônica de forma tão natural que as diferenças entre estilos se diluem e variados ritmos soam como uma coisa só. Uma música baseada na liberdade, desconstrução e transgressão das estéticas musicais.

O álbum “Nessun Dorma” (2014) em referência à ópera homônima de Puccini, entrou na lista de melhores discos da música brasileira em 2014 pela publicação “O Embrulhador” na vigésima segunda posição em uma lista de 100 discos. Para 2016, os SKROTES preparam seu próximo disco, Tropical Mojo, que já está em fase de pré-produção e deve ser lançado no segundo semestre de 2016.

www.facebook.com/os.skrotes
soundcloud.com/skrotes

* troca de horário e palco por conta de compromissos das bandas

Sab 25/06 – Palco Curitiba

Murillo Da Rós

15:40 – 16:00

Violonista virtuoso e com uma técnica impecável, Murillo Da Rós também é arranjador e compositor. Detentor de uma sonoridade única e diversa, que não pode ser enquadrada em um estilo definido, mostra como acordes dissonantes do violão do Brasil podem transitar entre compassos incomuns do flamenco e a liberdade jazzística. A mistura rítmica que Murillo enxerta em suas composições são como as brincadeiras lépidas de outro tesouro do violão brasileiro: Raphael Rabello. Apesar da influência de Paco de Lucia e do jazz, a sua brasilidade não esconde o samba que, lá no fundo, pinça de gingado seus rápidos acordes, sua ágil mão direita, sua limpeza de primoroso concertista erudito.

Acompanhado do baixista Glauco Solter e do percussionista Luciano Madalozzo, apresenta Arte Nomade: um concerto original e repleto de surpresas harmônicas, onde suas composições revelam a empatia entre o flamenco, raízes da música brasileira, jazz e pitadas da música do mundo, em acordes universais.

www.youtube.com/murillodaros
soundcloud.com/murillodaros
www.murillodaros.com/

Raíssa Fayet

17:10 – 17:30

Trazendo um inovador world-pop-folk , Raíssa não tem fronteiras.

Da fusão de influências, como a música brasileira, misturada a arranjos modernos, essa compositora ainda conta com carisma, suas habilidades de atriz e um timbre doce e forte, que agrada diversos públicos e ouvidos exigentes. Vivências no exterior trouxeram essa musicalidade rica e diversa para a carreira da Raíssa. Sua veia teatral é parte integrante de sua personalidade e performance no palco. Versátil, além do vocal faz trompete de boca, beat-box, percussão, toca violão, além de compor boa parte das músicas que interpreta.

Raíssa nunca se contentou com pouco artisticamente. O primeiro disco contou com a produção e criação de arranjos do conceituado produtor Tom Sabóia e de Alexandre Menezes, O Xandão. Seu segundo disco, “Rá” em fase de finalização, produzido pelo alemão Christian Lohr, responsável pelos teclados e direção musical da Joss Stone, além da produção musical de artistas como Mick Jagger, Sting, Donna Summer, Andrea Bocelli, entre outros.

Está em uma tour gravando um trip movie, participando do projeto De Mãos Dadas, um filme sobre uma viagem em um motor home por 30 dias passando por alguns países da América do Sul (Brasil/Uruguai/Argentina e Chile) tocando, compondo, fazendo clipes, trocando culturas.

www.facebook.com/raissafayet
soundcloud.com/raissafayet

Juliana Cortes

19:10 – 19:30

A cantora Juliana Cortes apresenta em seus dois trabalhos uma mistura cativante de jazz, world music e música contemporânea. O trabalho se inspira nas regiões frias do sul do Brasil, fronteira com Uruguai, Paraguai e Argentina. O primeiro CD, INVENTO (2013), foi selecionado ao Prêmio da Música Brasileira, o mais importante do país e conta com a participação especial de Vitor Ramil, reconhecido internacionalmente como um dos grandes compositores da história da música brasileira. INVENTO foi eleito o 32º. Melhor Álbum da MPB de 2013 pela publicação embrulhador.com. O recém-lançado CD GRIS (2016) foi gravado entre São Paulo, Buenos Aires e Curitiba e reúne 10 músicas inéditas de autores contemporâneos mesclando arranjos elaborados com improvisação livre. Produzido por Dante Ozzetti, GRIS traz a participação especial de Paulinho Moska, Arrigo Barnabé, Antônio Loureiro, Diego Schissi, Santiago Segret e Juan Pablo Navarro.

www.julianacortes.com
www.facebook.com/invento.julianacortes
www.soundcloud.com/invento-julianacortes

Machete Bomb 

20:40 – 21:00

MACHETE BOMB, já está mudando conceitos na mistura do Rock, Samba e Rap, fazendo a fusão entre os três estilos a banda curitibana une o som pesado com instrumentos genuinamente brasileiros. Muitos perguntam qual é a mágica da banda em tirar um som pesado vindo do cavaco, que em outras vezes se assemelha a scratch de DJ, porém é simplesmente o jeito MACHETE BOMB de tocar Rock com raízes bem brasileiras, samba com força de caos e muita atitude. A banda tem 3 EP’s em sua discografia. Como uma espécie de trilogia, intitulada “O Samba do Sul” partes 1, 2 e 3, as compilações mostram a busca da banda por uma identidade própria.
www.machetebomb.com.br.
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soundcloud.com/machete-bomb